
A segunda noite de desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Carnaval de São Paulo, no Anhembi, teve problemas com carros alegóricos e atraso. A principal confusão aconteceu após a passagem da Vai-Vai, que deixou a avenida molhada, o que atrasou em quase uma hora o desfile da Nenê de Vila Matilde.
Rinaldo Andrade, presidente da Nenê, alegou que a pista estava escorregadia. Mantega, como é conhecido, afirmou que, mesmo depois de seca, a avenida permanecia inadequada em função de alguma substância deixada por um carro alegórico da Vai-Vai, como óleo diesel. O presidente da Liga das Escolas de Samba, Paulo Sérgio Ferreira, presidente da Liga, teve de intervir para que a escola iniciasse o desfile e garantiu que a Nenê não seria punida pelo atraso.
Primeira escola a desfilar, a Mancha Verde louvou o nome de Zé, a expressão popular de José no Brasil, seguida pela Unidos do Peruche que homenageou Salvador, capital da Bahia, um “caldeirão de raças, cultura, fé e alegria”, diante do júri e dos mais de 20 mil espectadores que lotaram o Anhembi.
A escola apresentou dificuldades com os carros alegóricos . O carro abre-alas da escola de samba não estava se movimentando e precisou ser empurrado por diversos integrantes da equipe da Peruche. Pouco depois, outro carro teve de ser ajustado antes de passar a linha do desfile, pois não estava alinhado.
A porta-bandeira e o mestre-sala da escola de samba Império de Casa Verde, que levou a ‘Paz’ para o sambódromo, precisaram de atendimento médico após completarem o trajeto da Avenida no Anhembi. Nesta segunda noite de desfiles do Carnaval de São Paulo, o casal chegou exausto ao fim do percurso e rapidamente recebeu atendimento da equipe médica do local.
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