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"Povo saberá impedir qualquer retrocesso", diz Dilma

22/04/2016 às 14h28
Por: Tribuna Popular
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A presidente Dilma Rousseff dedicou praticamente todo o seu discurso na ONU nesta sexta-feira (22/04) a questões ambientais, com apenas uma breve referência ao que chamou de "grave momento" vivido pelo Brasil.

A expectativa durante a semana era de que a presidente usaria sua fala na tribuna da ONU, por ocasião da assinatura do Acordo de Paris sobre o clima, para denunciar o impeachment como golpe.

"Meu governo traçou metas ambiciosas e ousadas porque sabe que os riscos associados aos efeitos negativos recaem fortemente sobre as populações vulneráveis de nosso país e do mundo quando não tomamos medidas corretas para a contenção da mudança do clima", declarou Dilma.

Após quase oito minutos de discurso centrado no clima, foi só ao final que a presidente mencionou a crise brasileira, agradecendo a líderes internacionais que manifestarem solidariedade a ela em meio à tramitação do processo de impeachment no Congresso.

"Não posso terminar minhas palavras sem mencionar o grave momento que vive o Brasil. A despeito disso, quero dizer que o Brasil é um grande país com uma sociedade que soube vencer o autoritarismo e construir uma pujante democracia. Nosso povo é um povo trabalhador e com grande apreço pela liberdade. Saberá, não tenho dúvidas, impedir qualquer retrocesso", disse, no encerramento do discurso.

Representantes de cerca de 160 países assinam o Acordo de Paris, que objetiva combater os efeitos das mudanças climáticas e reduzir as emissões de gases do efeito estufa. A cerimônia de assinatura do documento, fechado em dezembro de 2015, depois de difíceis negociações entre 195 países e a União Europeia, ocorre na sede da ONU no Dia Mundial da Terra, comemorado nesta sexta-feira.

Para que possa entrar em vigor em 2020, o acordo ainda precisa ser ratificado por 55 nações responsáveis por, pelo menos, 55% das emissões de gases de efeito de estufa.

Depois da adoção do texto em Paris, ainda é necessária a assinatura definitiva do acordo, até fim de abril de 2017. A seguir, vem a ratificação nacional conforme as regras de cada país, podendo ser por meio de votação no parlamento ou de decreto-lei, por exemplo.

(Fonte: DW)

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