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Governo do Estado amplia ações para fortalecer políticas públicas voltadas aos jovens
11/01/2022 09h12
Por: Tribuna Popular Fonte: Edmir Conceição, Subcom
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O governador Reinaldo Azambuja quer fortalecer as políticas públicas voltadas aos jovens com a integração de ações nas áreas de cultura, saúde, educação, esporte, lazer, assistência social e trabalho. Para o Governo do Estado, a preparação dos jovens, principalmente no âmbito da formação, desenvolvimento intelectual e qualificação profissional, é fundamental para os avanços sociais e econômicos.


“Não há dúvida que o esporte é uma ação importante e investir na vida não tem preço. A garantia do futuro está na boa formação dos jovens, no crescimento pessoal e profissional”, diz o governador. Para estabelecer uma política eficiente na promoção das políticas públicas voltadas à juventude é preciso, segundo Reinaldo Azambuja, promover saúde e educação de qualidade, gerar empregos, fomentar a qualificação profissional, facilitar o acesso à cultura, esporte, lazer e cidadania. “São tarefas que o governo deve praticar com ações integradas, envolvendo todas as secretarias”.


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A diretriz do governo, definida com a recriação da Secretaria de Cidadania e Cultura, leva em conta não apenas as necessidades regionais, mas também as mudanças globais, marcadas pela nova geopolítica e conceitos socioambientais, que colocam os adolescentes e jovens em posição crucial na percepção do futuro do planeta.


“Os adolescentes e jovens estão numa fase da vida em que as escolhas são de fundamental importância, diante das possibilidades para construir seu o futuro e só terão acesso sobre o que lhes é oferecido, com informações sobre programas e políticas públicas que contribuam para o desenvolvimento pessoal e formação profissional”.


Para o Governo do Estado, a recriação da Secretaria de Cidadania e Cultura foi uma estratégia importante na política de inclusão social e econômica, porque abre o leque de investimentos nas políticas públicas voltadas não apenas aos jovens, mas também às chamadas minorias – indígenas, negros, mulher, deficiente, comunidade LGBT – que, na verdade, compõem a maioria da população. No caso dos adolescentes e jovens, amplia o conhecimento na prática, permite a esse público ganhar experiência, garante os direitos à formação humana, cidadã e social e nesse caso é preciso investir nos programas de aprendizagem e abrir as janelas de oportunidades no mundo do trabalho.


“A formação deve ser inicial e continuada, assegurando qualificação na medida que o mercado exige. Hoje um dos grandes gargalos é a falta de mão-de-obra qualificada no momento em que as oportunidades se multiplicam. O ensino convencional é a base da aprendizagem. É preciso avançar além”.


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