Sábado, 17 de Outubro de 2026
14°C 25°C
Jardim, MS
Publicidade

Petrobras sofre pressão para segurar preços até o 2º turno

Esse é o maior corte desde abril de 2020, quando a pandemia de covid começou.

06/10/2022 às 09h37
Por: Tribuna Popular Fonte: Agência Estado
Compartilhe:
 - Posto Petrobras em Campo Grande, ilustrativa (Foto: Nathalia Alcântara / Jornal Midiamax)
- Posto Petrobras em Campo Grande, ilustrativa (Foto: Nathalia Alcântara / Jornal Midiamax)

Membros da diretoria da Petrobras receberam uma sinalização do governo Bolsonaro para que não haja reajuste no preço dos combustíveis até a realização do 2º turno das eleições, em 30 de outubro. Essa pressão sobre a petroleira foi ampliada depois que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep+) anunciou o corte na produção de 2 milhões de barris de petróleo por dia a partir de novembro, o que já provocou alta dos preços no mercado internacional. Esse é o maior corte desde abril de 2020, quando a pandemia de covid começou.


A investida do governo foi revelada pelo portal G1 e confirmada pelo Estadão. Em tese, pela atual política de paridade de preços, a Petrobras deveria repassar o aumento de custos com a compra do petróleo para os valores cobrados no mercado interno. O corte no preço dos combustíveis realizado nos últimos meses, porém, se transformou em bandeira política do presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição.


Em parte, a redução dos preços se deve ao corte de impostos nos Estados, já que o governo federal já tinha zerado suas alíquotas A razão principal, no entanto, que puxou os preços para baixo foi a queda do preço do petróleo, que oscilava até dias atrás em cerca de US$ 87 o barril. Ontem, o do tipo Brent (que serve de referência para o Brasil) subiu 1,71% nos contratos para entrega em novembro, batendo em US$ 93,37. Especialistas no setor veem risco de que, nos próximos dias, o preço suba para a casa dos US$ 100.


 


Segundo o TD Securities, o corte anunciado pela Opep+ superou as expectativas, o que apoiou os preços negociados ontem. Já a analista Roberta Caselli, da Global X, afirmou que a redução na produção diária de petróleo pode renovar preocupações com a variação da inflação. O corte corresponde a cerca de 1% da oferta global da commodity. (Colaborou Gabriel Bueno da Costa)


As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.


* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Jardim, MS
26°
Tempo limpo

Mín. 14° Máx. 25°

26° Sensação
5.51km/h Vento
39% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
06h11 Nascer do sol
18h48 Pôr do sol
Dom 26° 13°
Seg 24° 13°
Ter 26° 19°
Qua 33° 18°
Qui 33° 21°
Atualizado às 15h08
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,07 +0,00%
Euro
R$ 5,71 +0,00%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 438,028,34 -0,14%
Ibovespa
205,430,33 pts 0.54%
Publicidade
Publicidade
Publicidade