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Professores e funcionários voltam a escola em SP

18/03/2019 às 07h37
Por: Tribuna Popular
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Professores e funcionários da Escola Raul Brasil, em Suzano, retornam nesta segunda-feira (18), ao prédio escolar para acolhimento.






A acolhida é para ajudar na retomada da rotina e será feita por psicólogos. A previsão é que a ação começará às 10h.





A ação ocorre depois do massacre da última quarta-feira (13) que deixou oito mortos. O ataque foi provocado por dois ex-alunos da escola, Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 anos.





A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou.





De acordo com o cronograma divulgado pela Secretaria Estadual da Educação de São Paulo, a partir desta terça-feira (19), a escola será reaberta para os alunos participarem de atividades de acolhimento.





Já a definição sobre a data da retomada das aulas será tomada pela direção da escola nesta semana.





Parte da fachada da escola foi pintada. As paredes internas também vão receber outra roupagem.





A placa com o nome da escola está no chão por conta da reforma. Uma estrutura metálica usada na reforma está montada na entrada principal da escola.





Os materiais deixados na escola pelos estudantes serão entregues a partir das 10h, desta segunda-feira de acordo com um cartaz na frente da escola.





No muro da escola, muitas pessoas deixaram homenagens, como cartazes, flores e velas.





No domingo (17), vizinhos e familiares das vítimas estiveram na frente da escola para prestar algum tipo de solidariedade às vítimas do massacre.







Sobrevivente lutou contra assassino







A estudante Rhyllary Barbosa dos Santos, 15 anos, pratica jiu-jítsu — Foto: Glauco Araújo/G1


A estudante Rhyllary Barbosa dos Santos, 15 anos, pratica jiu-jítsu — Foto: Glauco Araújo/G1






Uma das sobreviventes, Barbosa dos Santos, de 15 anos, que é lutadora de jiu-jítsu, contou que lutou contra um dos assassinos.





Ela ainda conseguiu abrir a porta de entrada e da escola para que outros estudantes pudessem escapar. Mas Rhyllary recusa o título: "Sou apenas uma sobrevivente". (Veja a entrevista acima)







Arma falha e adolescente sobrevive







Gabriel Martins Margarida, 16 anos, sobrevivente do massacre na escola em Suzano — Foto: Arquivo pessoal


Gabriel Martins Margarida, 16 anos, sobrevivente do massacre na escola em Suzano — Foto: Arquivo pessoal






Gabriel Martins Margarida, 16 anos, disse que sobreviveu porque a arma de um dos assassinos falhou.





No momento do ataque, Gabriel conta que estava com dois amigos: um deles segue internado e o outro morreu.





De acordo com o adolescente, o assassino chegou perto dele e dos colegas e começou a atirar, acertando três tiros no amigo. "Ele estava a mais ou menos um metro de distância de mim", diz. Neste momento, diz Gabriel, as balas do revólver acabaram.


*G1




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