A estratégia do grupo é lançar candidatos apenas em três partidos, para economizar . Destino de Reinaldo, o PL já está garantido, assim como o PP, que será o destino de Eduardo Riedel.
O terceiro partido ainda não foi escolhido e o grupo de Reinaldo e Riedel torce para que decole a federação MDB, Republicanos e PSDB, onde seriam abrigados a terceira parte do grupo.
Se a estratégia der certo, os problemas serão resolvidos. Os deputados federais do PSDB, por exemplo, seriam abrigados cada um em um (PSDB, MDB e Republicanos). Entretanto, lideranças políticas não acreditam que será efetivada, o que vai trazer um problemão para o grupo.
Não vão recuar
Lideranças do MDB e Republicanos se disseram à reportagem que vão lançar chapas para deputado, contrariando o planejado por Reinaldo e Riedel.
Líder do MDB, André Puccinelli já declarou à reportagem que o partido pode, inclusive, lançar candidato ao Governo e até ao Senado se for rejeitado na estratégia.
O MDB tem o próprio André Puccinelli como candidato a deputado estadual, três deputados e outros nomes que podem chegar, como o conselheiro e ex-presidente da Assembleia, Jerson Domingos.
O Republicanos tem como pré-candidatos o deputado Antônio Vaz e a vereadora mais votada em Dourados, Isa Marcondes. O partido, assim como o MDB, entende que é possível eleger deputados sozinhos.
PSDB também pode trazer problemas
O PSDB também pode trazer dor de cabeça para a estratégia. Vereadores do partido não podem trocar de sigla, porque correm risco de perder o mandato. Caso Reinaldo e Riedel não mudem a estratégia, eles serão impedidos de concorrer.
O grupo de vereadores da Capital já avisou Reinaldo que deseja concorrer e contam com a ajuda de deputados do partido que são contrários a estratégia de três partidos. Eles acreditam que o plano traçado, de sete deputados por chapa, pode colocar em risco a reeleição.