
Levantamento realizado em São Paulo mostra números positivos para uma candidatura de Simone ao Governo de São Paulo. Segundo estudo, ela seria umas das melhores candidatas para enfrentar Tarcísio de Freitas (Republicanos) em outubro.
Reportarem do Estadão traz um estudo feito pelo cientista político Nilton Tristão, diretor da GovNet & Opinião Pesquisa, com roteiros aplicados em profundidade para aferir como o eleitor paulista reage a candidaturas fora do espectro tradicional – em especial, as femininas.
Na pesquisa qualitativa, Tebet aparece com imagem predominantemente positiva: 48% dos participantes a definiram de forma favorável, 28% demonstraram dificuldade para julgá-la e 24% a classificaram negativamente.
Na avaliação de Tristão, os números mostram que a ministra não tem rejeição significativa, mas precisa superar o desconhecimento circunstancial no estado.
Quando o eleitor foi convocado a citar mulheres que poderiam governar São Paulo, 65% dos participantes conseguiram mencionar algum nome. Tebet foi citada espontaneamente por 15%, seguida por Michele Bolsonaro, por 10%, e deputada federal Tabata Amaral (PSB), por 8%.
Segundo Tristão, Simone foi citada como uma “liderança competente, empática e conciliadora”, representando a mulher que “pensa, organiza e conduz com equilíbrio e decoro os interesses públicos”.
Ainda segundo levantamento, 60% dos entrevistados afirmam que aceitariam votar em Simone Tebet para governadora. O maior potencial de crescimento está entre os volúveis, atraídos pela percepção de novidade, pela identidade feminina e pelo desejo de mudança.
Na avaliação do cientista, o potencial de Tebet depende também do arranjo político. Ele pondera que ela não poderia se candidatar pelo PT, pois ganharia rejeição.
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