
O nome de Contar não é bem aceito como um dos candidatos do grupo, o que faz os pré-candidatos do continuarem declarando que pretendem disputar em outubro.
Gerson Claro (PP) e Marcelo Migliolli (PP) continuam pré-candidatos e defendendo que o PP, pela força que tem, fique com pelo menos uma das vagas para o Senado, já que a outra será do PL, com Reinaldo Azambuja (PL).
Além do peso do PP, os pré-candidatos ainda questionam a fidelidade de Contar ao grupo político, visto que na eleição passada era rival e fez um mandato completo como opositor ao próprio Reinaldo na Assembleia.
Contar também enfrenta resistência dentro do próprio PL, que tem Gianni Nogueira (PL) como pré-candidata ao Senado. Ela não desistiu da candidatura e declarou que pode deixar o partido para concorrer.
O senador Nelsinho Trad (PSD) é outro que deve questionar a preferência por Contar, mas tem situação mais confortável porque o PSD já lhe garantiu o direito de disputar, independentemente da escolha do grupo governista. No caso de Nelsinho, o lado negativo é que terá que apoiar o grupo, mesmo preterido da coligação.
Reinaldo afirma que ainda não estão definidos os escolhidos para disputar o Senado pelo grupo e que pesquisas definirão quem mais contribuirá para reeleição de Riedel. Porém, o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, declarou que há um acordo para que Reinaldo e Contar sejam os candidatos.
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