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Riedel avalia resposta rápida para consertar seis pontes destruídas pelas chuvas em MS
Equipes estão em campo para iniciar recuperação das pontes e estradas
05/02/2026 09h34
Por: Tribuna Popular Fonte: Midiamax
Governador reunido com secretários para debater ações sobre chuvas. (Reprodução, Facebook)

O Governo de Mato Grosso do Sul já contabilizou seis pontes destruídas devido às fortes chuvas que atingiram o Estado no início deste mês. A região do Taboco é a mais atingida, devido à ponte ter sido levada pelo Rio Aquidauana.

Nesta quinta-feira (5), o governador Eduardo Riedel (PP) publicou um vídeo na governadoria, em reunião com os secretários Guilherme Alcântara, de Infraestrutura e Logística, e Walter Carneiro Jr., da Casa Civil.

Segundo o governador, as equipes já estão em campo avaliando os impactos das chuvas em Corguinho, Rochedo e Rio Negro. “Com planejamento e resposta rápida, iniciaremos a recuperação assim que o tempo permitir. Estamos fazendo avaliação das consequências das fortes chuvas que caíram na região do Taboco, Rochedo, Corguinho, Rio Negro. Foram mais de 300 milímetros, o que trouxe uma série de prejuízos.”

De acordo com o secretário Guilherme, é preciso esperar as águas baixarem para iniciar a recuperação das pontes e estradas. “Equipe no trecho e agora esperar baixar as águas para fazer levantamento para já iniciar a recuperação das pontes que perdemos e, principalmente, a ponte de São Félix, para dar condição de tráfico, tirar o isolamento da região do Taboco”, explicou.

Por sua vez, Riedel afirmou que a região do São Félix é a mais comprometida. “Estamos a campo, seis pontes identificadas que rodaram, equipes iniciando o trabalho de recomposição. São Félix talvez seja a mais sensível, porque tem soja para colher, isolada a região, animal para tirar, trânsito de pessoas. Vamos atuar rapidamente nessas pontes e sobre as outras pontes.”

Riedel citou também a estrada do Firmo, em Porto Murtinho, cidade que teve chuva acumulada em 250 milímetros. “Identificamos 14 pontos de alagamento, nossas equipes já no local para atuação quando as águas baixarem.”