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MS tem grandes chances de ter uma mulher no segundo cargo mais importante do Brasil
Sul-mato-grossenses estão no radar de dois candidatos que despontam como favoritos na eleição de outubro
12/02/2026 09h11
Por: Tribuna Popular Fonte: Investiga MS
Foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul está, novamente, no debate sobre o futuro do Brasil e, mais uma vez, com mulheres protagonizando as discussões.

Na eleição passada, as senadoras de Mato Grosso do Sul, Soraya Thronicke (União) e Simone Tebet (MDB) disputaram a presidência da República, protagonizando vários embates que até hoje viralizam na rede social.

Nesta eleição, mais uma vez duas mulheres estão no centro do debate, mas como possíveis vices e em chapas de favoritos. Simone Tebet, cotada para vice de Luiz Inácio Lula da Silva, e Tereza Cristina, para vice de Flávio Bolsonaro.

Simone está sem mandato e ainda não sabe onde concorrerá. Ela pode disputar o Senado em Mato Grosso do Sul ou Governo e o próprio Senado em São Paulo. Entretanto, também é um nome que interessa para Lula como vice.

Recentemente, Lula se encontrou com o presidente nacional do PSB, João Campos, para falar sobre eleições e, segundo a imprensa nacional, não garantiu que Geraldo Alckmin (PSB) será novamente o vice.

Tereza também cresce

A senadora de Mato Grosso do Sul, Tereza Cristina está ganhando força para concorrer a vice-presidente da República na coligação liderada por Flávio Bolsonaro (PL).

Depois da senadora Damares Alves (Republicanos), foi a vez do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, citar Tereza como vice ideal para o filho de Jair Bolsonaro.

“Hoje, a minha opção seria por uma mulher. Eu acho que as mulheres cresceram muito. Tereza Cristina é um máximo para tudo, até para presidente. Tereza Cristina era quem eu queria que fosse vice do Bolsonaro na última eleição”, declarou Valdemar para a GloboNews.

A senadora também era cotada para vice de Tarcísio de Freitas antes da desistência dele de concorrer à presidência. Questionada sobre a possibilidade, declarou que ainda é cedo, repetindo um jargão sobre o paro de vice.

“Eu acho muito cedo para essa conversa. O vice é a última coisa. Ninguém se candidata a vice. O candidato é presidente da República. Isso é uma conjuntura que os partidos que se coligarem vão sentar e colocar nomes, e aí nós vamos decidir”, justificou.