A Polícia Civil, através do Setor de Investigação da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos – DERF, encetou diligências com vistas a localizar, capturar e cumprir mandados de prisão de indivíduos que ostentam ordens de captura por crimes graves e que transitam em meio à população, gerando perigo a ordem social, na medida em que estão mais propensos a prática de novos crimes. O intuito é diminuir o risco de cometimento de novos delitos por aqueles que ainda possuem débitos com a justiça criminal.
Policiais da Especializada receberam informação de que um indivíduo teria sido vítima de um espancamento com intuito de ser roubado, fato ocorrido dia 29/01/2026 no Bairro Paulo Coelho Machado. A vítima foi encaminhada à Santa Casa, mas não informava dados qualificativos para equipe de assistência social do hospital. Então, os Investigadores da DERF foram acionados e passaram a extrair dados para que permitissem a cabal identificação, sendo que após diversas checagens e com intercâmbio de informações, foi possível qualificar N.J. (59) oriundo da cidade de Itabaiana – SE, de onde fugiu após ter praticado um homicídio.
As autoridades de Sergipe ainda informaram que N.J. também ostenta passagem por estupro, motivo pelo qual ficou preso no Complexo Penitenciário Doutor Manoel Carvalho Neto em Aracaju – SE até 2006. Após conseguir sua liberdade através de um Habeas Corpus, praticou novo crime, porém de homicídio, e fugiu para o Mato Grosso do Sul.
Em nosso Estado N.J. possui duas passagens por violência doméstica e confessou para a equipe de investigação que o motivo de seu espancamento foi por que teve um desentendimento com certos indivíduos, que notaram que N.J. estava armado com um revólver e que para subtraírem a arma de fogo, agrediram N.J., fato esse consignado no Boletim de Ocorrência registrado. Ademais disse que atualmente estava em situação de rua, pois, embora tenha família na capital, estes não conviviam com N.J.
Por fim, N.J. ao tomar alta da Santa Casa, teve sua ordem de captura devidamente cumprida, as autoridades sergipanas comunicadas, bem como seu recâmbio feito para o sistema prisional.