Registros feitos pela imprensa nacional do bloco de notas do pré-candidato do PL à presidência, Flávio Bolsonaro, sobre o cenário em Mato Grosso do Sul geraram constrangimentos para dois pré-candidatos do PL em Mato Grosso do Sul.
No papel, Flávio escreve na frente do nome de Pollon que ele pediu R$ 15 milhões para não ser candidato. Já na frente do nome de Gianni há apenas a frase “pediu R$ 5 milhões”.
O documento traz ainda uma anotação sobre possíveis escolhidos do partido em Mato Grosso do Sul, com o nome de Eduardo Riedel para o governo e Reinaldo Azambuja (PL) e Contar (PL) para o Senado.
Flavio anota que Contar está melhor nas pesquisas, com 18%, contra 2% dos demais.
Hoje, Flávio concedeu entrevista negando que Pollon tenha pedido dinheiro. Ele justificou que anotou o valor para avisar Pollon que estavam inventando essa história. Pollon também negou e disse que mantém candidatura.
A reportagem indagou Gianni sobre o caso e ela também negou qualquer pedido de dinheiro.
“Não pedi nada a ninguém. Não conversei com ninguém, nem o presidente estadual, nem presidente nacional e muito menos senador Flávio Bolsonaro, sobre qualquer valor relacionado , nem acerca da minha pré campanha nem sobre à campanha. Essa informação é absolutamente falsa. Mentiras como essa surgem ‘não se sabe de onde’com o único propósito de tentar denegrir a direita do MS. Tenho princípios que guiam minha vida pública e pessoal, e eles são inegociáveis. Faço política com transparência e sempre será assim também em minha pré-campanha ao Senado. Sigo com minha pré-candidatura ao Senado, firme no propósito de trabalhar pelo Mato Grosso do Sul”, respondeu.