
As equipes de combate às endemias que atuam no controle vetorial na Reserva Indígena de Dourados realizaram as seguintes ações entre os dias 8 e 13 de abril: 1.343 imóveis trabalhados, com média de 10,4 moradias vistoriadas por cada dupla, além de bloqueio de transmissão com UBV Costal em 2 escolas, 1 UBSI em 2 igrejas e 48 aplicações de larvicidas em residências. Foi empregado ainda o tratamento por Aerosystem em 4 escolas da Reserva Indígena.
Somente na segunda-feira (13), quando os agentes receberam apoio de militares da 4ª Brigada de Cavalaria Mecanizada e da Defesa Civil, as equipes estiveram em 323 moradias da Aldeia Bororó, onde encontraram 53 imóveis fechados. Foram recolhidos 67 sacos de materiais inservíveis e realizados bloqueios de transmissão com UBV Costal na Escola Indígena Araporã, UBS Bororó 2, em 2 igrejas e em 28 residências, além da aplicação de larvicida com Aerosystem na Escola Indígena Araporã, com 186 aplicações, UBSI Bororó 2, com 39 aplicações.

Ao mesmo tempo em que os agentes de combate às endemias atuavam no enfrentamento ao Aedes aegypti, as Equipes de Saúde trabalhavam no interior da Reserva Indígena em pleno domingo (12). As equipes realizaram, somente na Aldeia Bororó, 31 atendimentos, sendo 30 deles em pacientes com sintomas de Chikungunya, com uma remoção para o Hospital Indígena Porta da Esperança (Missão Caiuá), 1 remoção para o Hospital Universitário (HU/UFGD) e 11 coletas para investigação da doença.
Já na Aldeia Jaguapiru, também no domingo (12) foram realizados 13 atendimentos a pacientes com sintomas de Chikungunya, com uma remoção para o Hospital Indígena Porta da Esperança (Missão Caiuá), além da coleta de 9 exames para investigação de diagnóstico da doença. A Defesa Civil também realizou uma busca ativa na Aldeia Jaguapiru, socorrendo um paciente que estava em uma residência remota e encaminhando para atendimento médico adequado.
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