
A ausência de segurança institucional para acompanhar a desembargadora Rosana Amara Girardi Fachin, do Tribunal de Justiça do Paraná, era a maior preocupação do ministro Edson Fachin. A magistrada é mulher do relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, com quem tem duas filhas e dois netos.
Em nota divulgada na terça-feira, a ministra Cármen Lúcia informou que determinou providências e autorizou que a segurança de Fachin em Curitiba também possa acompanhar seus familiares, determinando o aumento do efetivo de seguranças na equipe em atuação na capital paranaense. Embora seja desembargadora, a mulher do ministro do Supremo – assim como suas filhas e netos – não era acompanhada por escolta.
Em entrevista exibida na noite de terça na GloboNews, Fachin manifestou preocupação com a segurança de familiares. “Uma das preocupações que tenho não é só com julgamentos, mas também com segurança de membros de minha família.”
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