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Bolívia tem greve e manifestações contra nova candidatura de Evo Morales à presidência

06/12/2018 às 14h06
Por: Tribuna Popular
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Oito capitais da Bolíviaamanheceram com protestos nas ruas nesta quinta-feira (6), dia em que também é realizada uma greve geral contra a nova candidatura à presidência de Evo Morales, no poder desde 2006, informa o jornal “La Razón”.






Nesta terça, o Tribunal Eleitoral Boliviano aceitou as candidaturas de Morales e seu vice, Álvaro García Linera, para disputar um quarto mandato consecutivo de cinco anos. A decisão gerou controvérsia.




Os protestos incluem atos como bloqueios de ruas e vigílias. Em algumas cidades houve confrontos com apoiadores de Morales e com forças de segurança, de acordo com o “La Razón”.





O jornal informa que La Paz é a capital com mais protestos. Na porta do TSE houve um ato em que ativistas deitaram na rua com crucifixos. Nesta quarta, já era possível ver manifestantes com crucifixos em La Paz. A cidade deve receber três grupos de manifestantes que partiram em caravana de outras cidades nos Andes, nos vales subtropicais e na planície.




Mas a adesão não foi em massa. Milhares de pessoas, entre funcionários públicos e estudantes, faziam filas na estação de teleférico da nobre zona sul para irem para o centro de La Paz, já que outros meios, como o serviço municipal de ônibus, estavam parados.





Em Porto Quijarro, vizinha à cidade brasileira de Corumbá, no Mato Grosso do Sul, manifestantes fecharam a fronteira desde a meia-noite de quarta-feira. Uma fila de caminhões formou-se na rodovia que liga as duas cidades, dos dois lados da fronteira. Em Rondônia a fronteira também foi fechada.





A oposição acusa o governo de desconsiderar o resultado de um referendo de fevereiro de 2016, em que os eleitores rejeitaram a possibilidade de Morales se candidatar a um novo mandato.





Grupos de ativistas ocuparam as ruas com bandeiras bolivianas e cartazes com a legenda "Bolívia disse Não", em alusão ao resultado do referendo.




O governo conseguiu em 2017 que o Tribunal Constitucional liberasse Morales para disputar a reeleição, alegando engano por uma trama sobre a existência de um filho do presidente, que depois não pôde ser comprovado.





Os opositores vão aproveitar os protestos para recolher assinaturas pedindo a impugnação da candidatura de Morales, que é o presidente há mais tempo no poder na Bolívia.


*G1







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