
O candidato republicano à Presidência americana, Donald Trump, elegeu mais um novo inimigo em sua campanha. O magnata — que já xingou imigrantes e muçulmanos, e insultou veteranos de guerra e mulheres — volta-se agora contra uma poderosa empresa americana, o Google.
Durante um comício em Wisconsin [vídeo abaixo] nesta quarta-feira, Trump lançou mão de uma teoria da conspiração: o Google, segundo o republicano, está mantendo notícias negativas sobre Hillary Clinton longe de seus usuários.
A teoria — sem pé nem cabeça, diga-se — de que o Google está ajudando a democrata Hillary não é nova e há meses circulam boatos nesse sentido na internet. Tudo começou quando um vídeo no site SourceFed mostrou a função de preenchimento automático do motor de busca Google.
O autopreenchimento apontava buscas favoráveis à Hillary. O Google, em nota, explicou que a função não tinha nada a ver com manipulação e era estritamente resultados dos algoritmos baseados em pesquisas anteriores.
Quando os boatos sobre o “complô” do Google surgiram pela primeira vez, Trump não abraçou plenamente a teoria da conspiração, dizendo apenas que, se fosse verdade, seria “uma desgraça”.
Video: Donald Trump just accused Google of "suppressing the bad news about Hillary Clinton" pic.twitter.com/88TSU5VzJN
— Brandon Wall (@Walldo) 29 de setembro de 2016
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