
Começou a valer nesta terça-feira, 1 de novembro, a nova pauta fiscal dos combustíveis autorizada pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) para sete estados brasileiros, entre os quais Mato Grosso do Sul. O chamado Preço Médio Ponderado ao Consumidor Final (PMPF), espécie de média do varejo usado para fins de tributação, deve aumentar 1,05% para a gasolina comum e 1,65% para o óleo diesel. Os índices constam do Ato Cotepe nº 20, publicado no Diário Oficial da União.
Em valores, essa alteração significa que o preço médio para comercialização do litro da gasolina passará de R$ 3,5533 para R$ 3,5908 em MS. O óleo diesel terá acréscimo de R$ 0,06 no valor, aumentando de R$ 3,2072 para R$ 3,2604.
Na tarde desta segunda-feira, dia 31 de outubro, a reportagem percorreu postos de combustíveis da região central de Campo Grande e constatou que o litro de gasolina, por exemplo, tem sido comercializado nas bombas por preços que variam de R$ 3,25 a R$ 3,39. Por meio da assessoria de imprensa, o Sindicato do Comércio Varejista de Combustíveis, Lubrificantes e Lojas de Conveniência de Mato Grosso do Sul (Sinpetro-MS) informou que a entrada em vigor da nova pauta não significa que os combustíveis irão encarecer nas bombas.
A alegação é de que os preços são regulados pela ‘lei de mercado’ já que o empresário leva em consideração a concorrência antes de alterar os preços. Na semana passada, o sindicato já havia informado sobre a possibilidade de reajuste nas bombas. Isso porque as distribuidoras passaram a comercializar o litro da gasolina aos postos em todo o Estado com reajuste que varia entre R$ 0,03 e R$ 0,05. A majoração, segundo as distribuidoras, ocorreu em virtude do aumento do preço do álcool anidro, que representa 27,5% da composição do litro da gasolina comum. O litro do álcool anidro já vinha sendo reajustado quase que semanalmente pelas usinas em virtude da entressafra da cana-de-açúcar.
*Diariodigital
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