
As forças iraquianas conseguiram entrar na cidade de Mosul pela frente oriental, onde ocorrem intensos combates com os jihadistas do grupo Estado Islâmico (EI) no bairro de Kukyeli, informou nesta terça-feira o chefe das forças antiterroristas iraquianas, Abdelgani al Asad. Mosul é a segunda maior cidade o Iraque e está sob os domínios do Estado Islâmico desde junho de 2014. O chefe do grupo terrorista, Abu Bakr al-Baghdad, declarou Mosul a capital do califado.
A batalha para libertar Mosul envolve grande variedade de forças iraquianas e internacionais. Estas forças combatem entre 4.000 e 7.000 extremistas ativos em Mosul e seus arredores. Entre as tropas há o Comando Antiterrorista Iraquiano (CTS), força de elite de reputação sólida, esteve na linha de frente na maioria das batalhas contra o EI; o Exército iraquiano; a polícia; peshmergas curdos; e a coalizão internacional liderada pelos Estados Unidos.
Patrimônio em risco — O rico patrimônio iraquiano, já severamente danificado pela campanha de vandalismo e destruição do grupo extremista Estado Islâmico, corre o risco de sofrer novas destruições. Em 2014, depois de se apoderar de Mosul, o EI destruiu o museu onde se encontravam objetos inestimáveis das épocas assíria e helenística.
O grupo extremista também atacou as cidades antigas de Hatra e Nimrud, perto de Mossul, e mostrou a sua destruição em vídeos. “Segundo nossas informações, o E) está presente nos sítios arqueológicos”, declarou Ahmed al Asadi, porta-voz das Hashd al Shaabi, uma coalizão de milícias xiitas apoiadas pelo Irã.
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