Terça, 05 de Maio de 2026
19°C 34°C
Jardim, MS
Publicidade

Dólar abre em queda enquanto mercado digere “prévia da inflação” de junho

IPCA-15 veio levemente acima do esperado, enquanto moeda norte-americana é beneficiada por temores do mercado

24/06/2022 às 09h34
Por: Tribuna Popular Fonte: CNN Brasil
Compartilhe:
TERADAT SANTIVIVUT / Getty Images - Guerra na Ucrânia segue no radar dos investidores
TERADAT SANTIVIVUT / Getty Images - Guerra na Ucrânia segue no radar dos investidores

O dólar caía 0,31%, cotado a R$ 5,213, por volta das 9h25 desta sexta-feira (24), enquanto o mercado digere o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15) de junho, considerada a prévia da inflação oficial do Brasil.


O indicador teve alta de 0,69%, levemente acima da mediana de expectativas do mercado, de 0,68%, impulsionado pelo subitem de planos de saúde. Entretanto, o acumulado de 12 meses foi menor que o de maio, 12,04% ante 12,20%, indicando uma leve desaceleração do processo inflacionário.


A moeda norte-americana deve encerrar a semana com a quarta valorização consecutiva, impulsionada pela aversão a riscos dos investidores em meio a temores crescentes de uma recessão global devido a ciclos de alta de juros pelo mundo e pelo retorno de temores de um descontrole fiscal por parte do governo, com medidas voltadas para redução de preços de combustíveis e aumento de gastos para auxílios sociais.


Leia mais


Neste pregão, o Banco Central fará leilão de até 15 mil contratos de swap cambial tradicional para fins de rolagem do vencimento de 1° de agosto de 2022. A operação do BC ajuda a dar liquidez na moeda, mas especialistas consultados pelo CNN Brasil Business apontam que o órgão poderia atuar mais para conter a volatilidade do câmbio.


Na quinta-feira (23), o dólar fechou em alta de 0,97%, a R$ 5,229. Já o Ibovespa encerrou em queda de 1,45%, aos 98.080,34 pontos, no menor patamar desde 3 de novembro de 2020.


Os investidores ainda mantém uma forte aversão global a riscos desencadeada por temores sobre uma possível desaceleração econômica generalizada devido a uma série de altas de juros pelo mundo para conter níveis recordes de inflação, o que prejudicaria diversos tipos de investimentos.


A principal causa para essa aversão é o ciclo de alta de juros nos Estados Unidos, com a elevação mais recente anunciada pelo Federal Reserve em 15 de junho. O órgão elevou os juros em 0,75 ponto percentual, na maior alta desde 1994, e deixou uma porta aberta para um aumento na mesma magnitude em julho.


Os juros maiores nos Estados Unidos atraem investimentos para a renda fixa do país devido a sua alta segurança e favorecem o dólar, mas prejudicam os mercados de títulos e as bolsas ao redor do mundo, inclusive as norte-americanas.


Ao mesmo tempo, o Banco Central Europeu (BCE) sinalizou altas de juros a partir de julho, enquanto a China enfrenta um novo aumento de casos de Covid-19 com temores de novas restrições e o risco fiscal no Brasil voltou a ganhar força.


Com isso, a combinação de um cenário doméstico debilitado, com o retorno de riscos fiscais e temores sobre interferências na Petrobras, e a perspectiva no exterior de fortes apertos monetários voltaram a prejudicar o mercado brasileiro.











 


Dica: acompanhe o CNN Business para entender mais sobre o Ibovespa


Você sabe bastante sobre o Ibovespa, mas poderia conhecer um pouquinho mais


Parabéns! Você é um expert em Ibovespa


 


 


 


*Com informações da Reuters


* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
Jardim, MS
30°
Tempo limpo

Mín. 19° Máx. 34°

29° Sensação
2.11km/h Vento
33% Umidade
0% (0mm) Chance de chuva
07h03 Nascer do sol
18h18 Pôr do sol
Qua 34° 21°
Qui 35° 21°
Sex 27° 14°
Sáb 18° 13°
Dom 22° 13°
Atualizado às 17h08
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 4,91 -1,06%
Euro
R$ 5,74 -1,04%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 423,711,74 +1,47%
Ibovespa
186,753,81 pts 0.62%
Publicidade
Publicidade
Publicidade