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“Crise do balão” não deixa tensões entre China e EUA esfriarem, avalia professor

À CNN Rádio, Gunther Rudzit afirmou que relação entre os dois países está “efetivamente abalada” desde a visita de Nancy Pelosi a Taiwan

13/02/2023 às 10h04
Por: Tribuna Popular Fonte: CNN
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 04/02/2023 REUTERS/Randall Hill - Jato dos EUA passa perto de suposto balão de espionagem chinês na costa de Surfside Beach, no Estado norte-americano da Carolina do Sul
04/02/2023 REUTERS/Randall Hill - Jato dos EUA passa perto de suposto balão de espionagem chinês na costa de Surfside Beach, no Estado norte-americano da Carolina do Sul

A “crise do balão” ajuda a manter as tensões entre Estados Unidos e China em alta.


Esta é a avaliação do professor de Relações Internacionais da ESPM Gunther Rudzit.


À CNN Rádio, ele lembrou que as relações entre as nações estão “efetivamente abaladas” desde a visita da presidente da Câmara dos Deputados dos EUA Nancy Pelosi a Taiwan.


Desde então o secretário de Defesa dos EUA Lloyd Austin não foi recebido pelas autoridades chinesas, além do balão chinês abatido na semana passada pelos norte-americanos.


“Por isso a quem diga que os dois países estão fadados a um conflito, quando uma potência estabelecida é questionada por uma em ascensão, infelizmente vão à guerra, essa crise do balão ajuda a tensão a não esfriar.”


Os EUA ainda chegaram a derrubar, em três dias, outros três objetos voadores que invadiram o espaço aéreo.


“Eu não acredito em coincidências, mas nesse caso a dinâmica é de política interna dos EUA, não externa, esses três últimos são objetos terrestres, é uma resposta do governo Biden, que começa a campanha pela reeleição frente a críticas dos republicanos”, avaliou Rudzit.


Ele disse esperar que “não haja interferência chinesa” nos demais objetos.


De qualquer forma, o professor destaca que os norte-americanos devem tentar recuperar o que sobrou do artefato chinês no fundo do mar.


“A decisão de divulgar ou não será deles, ainda vamos ter que esperar o desenrolar da crise”, completou.


Diplomacia brasileira


No mês que vem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai viajar para a China, depois de encontro na semana passada com o presidente dos EUA Joe Biden.


“Vai ser malabarismo gigantesco, ao mesmo tempo que Lula, junto a Biden, defendeu a democracia, não poderá falar isso na China.”


Ao mesmo tempo, a “China é o maior parceiro comercial, não podemos romper.”


Expectativa é de que Lula “não toque em pontos sensíveis” durante a viagem.


*Com produção de Bruna Sales


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