Mesmo pela conveniência e pelo preço mais acessível que os livros digitais oferecem quando comparados à versão física, os livros impressos seguem como preferidos de muitos leitores. Isso é o que aponta o último estudo da Câmara Brasileira do Livro (CBL), realizado pela Nielsen BookData. De acordo com o material, 56% dos leitores compraram somente livros físicos nos últimos 12 meses.
Para efeito de comparação, o estudo aponta ainda que 30% dos consumidores optam por livros tanto impressos quanto digitais, já os que preferem apenas livros digitais, representam 14%. Curiosamente, a pesquisa também revela que 49% dos brasileiros prefeririam comprar livros em lojas físicas, caso os preços fossem equivalentes, enquanto 44% ainda optariam por lojas on-line.
Já segundo a pesquisa Cultura nas Capitais, publicada pelo portal PublishNews, a leitura de livros é a atividade cultural mais praticada pelos moradores de São Paulo. Dos entrevistados, 66% alegaram ter se dedicado à leitura no último ano. Já 21% disseram ter frequentado uma feira do livro nos 12 meses anteriores à entrevista, e 14% frequentaram saraus.
De acordo com Roberto Saad, CEO e Co-founder da UICLAP, plataforma digital de publicação que atua no setor editorial, permitindo que autores publiquem seus livros sem custos, esses dados refletem uma preferência consolidada por uma experiência de leitura mais tangível.
"O livro físico oferece uma sensação de posse e conexão emocional que o digital ainda não consegue replicar. Essa resistência ao digital também pode ser relacionada à forma como as pessoas se acostumaram a consumir conteúdo visual, mas de maneira mais sensorial e interativa com o livro impresso", observa.
O especialista ainda atribui essa preferência a alguns fatores como:
Para Saad, números como esses indicam que os livros impressos ainda têm um papel central no mercado, o que pode motivar autores iniciantes e profissionais a buscarem por essa opção. “Para quem quer se destacar, a publicação de livros físicos pode ser mais atraente por oferecer um produto mais palpável para o público, sem contar a mais fácil aceitação no mercado”, elucida.
Democratização do mercado editorial brasileiro
Diante dessas observações, o CEO e Co-founder da UICLAP percebeu a dificuldade que muitos autores enfrentam para publicar seus livros devido aos custos e à burocracia. “A plataforma UICLAP foi criada com o objetivo de proporcionar uma solução acessível, permitindo que qualquer autor, sem a necessidade de intermediários e a custo zero, tenha seu livro publicado e disponibilizado para o público”, explica.
Segundo ele, uma das principais propostas é de que a ferramenta seja a mais democrática possível. O escritor realiza o cadastro, faz o upload do seu livro na plataforma, precifica e publica. A partir desse momento, o livro já está disponível para venda na loja da UICLAP.
"Lembrando: não há custo para publicar. O processo é totalmente automatizado. Quando ocorre uma venda, um de nossos fornecedores produz o livro, realiza a entrega ao comprador e nós remuneramos o escritor. Trabalhamos com produção sob demanda, eliminando a necessidade de estoque", complementa.
A seguir, Roberto Saad explica como funciona o processo de publicação através da UICLAP:
A tecnologia tem desempenhado um papel fundamental para a evolução do mercado editorial, além de democratizar o acesso à publicação para as pessoas físicas e jurídicas, analisa o CEO e Co-founder da UICLAP.
"O cenário atual de leitura está sendo moldado por diferentes fatores, como a praticidade do digital e a tangibilidade do físico. Com a democratização da publicação, o mercado tem se tornado mais inclusivo, permitindo que mais vozes sejam ouvidas. Isso tem fortalecido a ideia de que os autores, mesmo sem recursos financeiros ou apoio das grandes editoras, possam alcançar seu público e garantir visibilidade no mercado editorial”, completa.
Para mais informações, basta acessar: https://uiclap.com/
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