
A senadora Tereza Cristina (PP) e deputados bolsonaristas tratam a medida como paliativa e defendem que o ex-presidente é inocente, apesar de ter sido condenado a 27 anos e três meses de prisão por tramar um golpe de Estado.
“Até que enfim. Uma boa e sensata notícia! Que o presidente Bolsonaro possa recuperar sua saúde, em casa, ao lado de sua família”, celebrou Tereza, nesta terça-feira (24), logo após a decisão de Moraes.
Do mesmo partido da ex-ministra de Agricultura de Bolsonaro, o deputado federal Dr. Luiz Ovando (PP) declarou que uma batalha foi vencida, mas que a prisão domiciliar “veio cercada de restrições, vigilância e controle rigoroso”.
“Vencemos uma batalha! Não é vitória total, é uma exigência médica que precisa ser acatada! A decisão da prisão domiciliar não é benevolência. Veio cercada de restrições, vigilância e controle rigoroso. Mas veio porque existe um fato que não se discute: a necessidade de cuidados médicos contínuos”, relatou Ovando.
O deputado federal Rodolfo Nogueira (PL) também trata a decisão como “só o começo”. “É uma injustiça o que fizeram até agora com o nosso presidente Bolsonaro. E pelo menos isso, o presidente Bolsonaro vai poder ficar na sua casa e cuidar da sua saúde. Tamo junto presidente Bolsonaro. Isso é só o começo”, comemorou.
“Prisão domiciliar é pouco para quem é inocente. Vamos continuar lutando!”, disse o deputado estadual Coronel David (PL). O colega de partido na Assembleia Legislativa João Henrique Catan reclamou da demora para a domiciliar.
“Por que só agora? Justiça não pode ser seletiva, ne tardia. O presidente Jair Messias Bolsonaro merece tratamento digno, como todo cidadão de bem”, declarou Catan.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), concedeu nesta terça-feira (24) prisão domiciliar ao ex-presidente Jair Bolsonaro. A domiciliar terá prazo inicial de 90 dias. Após o prazo, a manutenção do benefício deverá ser reanalisado pelo ministro, que poderá solicitar nova perícia médica.
Moraes atendeu ao pedido feito pela defesa do ex-presidente. Segundo os advogados, Bolsonaro não tem condições de voltar para a prisão devido ao agravamento de seus problemas de saúde.
A domiciliar passará a ser cumprida após Bolsonaro receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde recupera de um quadro de pneumonia bacteriana desde o dia 13.
Moraes também determinou que Bolsonaro voltará a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento.
Pela decisão de Moraes, agentes da Polícia Militar deverão fazer a segurança da casa de Bolsonaro para evitar fuga.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista e cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O local é conhecido como Papudinha.
Moraes atendeu ao pedido feito pela defesa do ex-presidente. Segundo os advogados, Bolsonaro não tem condições de voltar para a prisão devido ao agravamento de seus problemas de saúde.
A domiciliar passará a ser cumprida após Bolsonaro receber alta do Hospital DF Star, em Brasília, onde recupera de um quadro de pneumonia bacteriana desde o dia 13.
Conforme a decisão de Moraes, a domiciliar terá prazo inicial de 90 dias. Após o prazo, a manutenção do benefício deverá ser reanalisado pelo ministro, que poderá solicitar nova perícia médica.
Moraes também determinou que Bolsonaro voltará a ser monitorado por tornozeleira eletrônica. Em novembro do ano passado, antes de ser condenado pela trama golpista, o ex-presidente foi preso após tentar violar o equipamento.
Pela decisão de Moraes, agentes da Polícia Militar deverão fazer a segurança da casa de Bolsonaro para evitar fuga.
Bolsonaro foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão na ação penal da trama golpista e cumpria pena no 19° Batalhão da Polícia Militar, no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
O local é conhecido como Papudinha.
Mín. 22° Máx. 29°