
Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), a violência é o uso intencional da força física ou do poder contra si, contra outra pessoa ou grupo, podendo ser a ameaça ou a concretização do ato violento. no âmbito educacional, a violência escolar é qualquer ato de agressão, intimidação ou constrangimento que ocorre dentro do ambiente escolar ou em situações que envolvem a escola. Ela se manifesta de diferentes formas, como agressões físicas, além de violência psicológica, que inclui ameaças, xingamentos e humilhações.
O bullying escolar também é uma das expressões mais comuns desse problema, caracterizado por ações intencionais, repetitivas que geram sofrimento à vítima. Outra forma é o cyberbullying, quando as agressões acontecem no ambiente digital, mas impactam diretamente a convivência no espaço escolar. Também faz parte desse contexto o abuso escolar, que envolve qualquer prática, verbal, física ou emocional, capaz de causar sofrimento aos alunos.
Nas escolas, os efeitos da violência podem ser observados por meio da percepção de insegurança e vulnerabilidade dos jovens. A violência nas escolas reflete um ambiente que, muitas vezes, favorece relações de desrespeito, exclusão e falta de acolhimento. Por isso, para combater esse problema é necessário compreender os contextos que geram esses comportamentos e promover mudanças nas práticas escolares.
A violência escolar é resultado de uma combinação de fatores individuais, familiares, sociais e institucionais. Não há uma explicação simples ou única da violência. Ela inclui fatores individuais, sociais, familiares e contextuais, entre outros. Quando o desenvolvimento de habilidades socioemocionais é fragilizado, os alunos encontram mais dificuldade para gerenciar emoções e construir relações saudáveis, o que pode favorecer comportamentos agressivos.
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