
A investigação do Ministério Público Estadual, por intermédio do Grupo Especial de Combate à Corrupção (GECOC) e do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (GAECO), estima um prejuízo de R$ 3 milhões nos últimos anos na compra e locação de equipamentos e produtos hospitalares, pelo Hospital Regional Rosa Pedrossian.
A Operação Reagente deflagrada hoje apura crimes de fraude em licitação, peculato, corrupção ativa e passiva e organização criminosa no hospital.
Foram cumpridos três mandados de prisão preventiva e 14 mandados de busca e apreensão em Campo Grande, Ribeirão Preto (SP) e São Paulo.
Dentre os presos estão o diretor-presidente do Hospital Regional de Mato Grosso do Sul, Justiniano Barbosa Vavas, do gerente de laboratório da instituição, Adriano César Augusto Ramires, e do empresário Luiz Antônio Moreira, dono da empresa de produtos hospitalares Neoline.
Operação Reagente
O nome da Operação tem relação com um dos materiais adquiridos fraudulentamente pelo Hospital Regional referente a reagentes químicos utilizados na realização de exames laboratoriais.
*Correio do Estado
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