
governo do Estado e a empresa Egelte Engenharia têm 20 dias para apresentar ao Poder Judiciário uma solução para o impasse que paralisou as obras do Aquário do Pantanal, nos altos da Avenida Afonso Pena, em Campo Grande. Esse foi o desfecho da audiência de conciliação entre as partes realizada nesta quinta-feira, dia 21 de janeiro, no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul. O encontro foi convocado pelo juiz convocado do TJMS José Ale Ahmad Netto. As partes terão que apresentar uma planilha detalhada sobre a situação da obra, bem como cronogramas de trabalho, segundo a assessoria de imprensa da Egelte.
O juiz irá convoca-los para uma nova audiência após o prazo de 20 dias, que deverá ocorrer após o Carnaval. Enquanto isso, a construção continuará paralisada. De acordo com o diretor-presidente da Agesul, Marcelo Miglioli, nesse período serão feitas tratativas em busca de uma solução amigável. Além disso, será realizada a visita técnica requerida pela Egelte. “É importante frisar que o Estado tem todo interesse em dar continuidade à obra. Nossa equipe técnica e jurídica vai acompanhar a Egelte e queremos um consenso”, declarou, segundo nota postada no site do governo estadual.
Miglioli acredita que com o valor contratado será possível finalizar o Aquário. Cálculos do governo estadual apontam que a obra já consumiu cerca de R$ 230 milhões. O governo estima ainda que estejam faltando apenas 4% da edificação para a obra poder ser considerada concluída, que se refere a parte de acabamento. “Nosso objetivo é fazer a obra o mais rápido possível e assim que resolvermos a questão com a Egelte vamos compactuar um cronograma”, disse o secretário.
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