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Pivô do assassinato não teve participação no crime

15/03/2016 às 14h37
Por: Tribuna Popular
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Segundo o que foi apurado pelas investigações do caso da manicure, Alisson Patrick Viera da Rocha, 22 anos, pivô do motivo do assassinato de Jennifer Nayara Guilhermete, 22, não teve nenhuma participação no crime, dando assim por encerrado o caso. Além de prendê-lo pelo assassinato da travesti Adriana Penosa, cujo nome de batismo Thiago da Silva, 22 anos, que foi morto no dia 22 de março de 2015, a polícia precisava do seu depoimento para fechar o caso da manicure que foi morta pela sua ex-companheira Gabriela Antunes Santos, 22 anos, no dia 15 de janeiro com um tiro no rosto e caiu cerca de 20 metros na cachoeira do inferninho.

Na última sexta-feira, 11, depois das investigações do Serviço de Investigações Gerais (SIG), da Polícia Civil, Alisson que estava foragido desde o assassinato da travesti, foi encontrado na casa de seus pais no bairro Nova Bahia em Campo Grande.  O delegado Alexandre Evangelista, durante coletiva na manhã de hoje, 15, explicou que em depoimento, Alisson nem sabia do caso, disse que quando ficou com Jennifer foi há três anos e que estava separado de Gabriela.

Quando ficou sabendo do que e ex fez, ele se separou, pois disse que ela havia atrapalhado dele se livrar das outras pendências, que no caso é sobre a morte da travesti e por conta disso ficou foragido.  A arma que foi usada no crime da manicure não foi encontrada, segundo Gabriela a arma era a mesma que matou a travesti, porem Alisson diz que ela recebeu uma indenização e comprou a arma, a arma que ele matou Adriana, ficou com o menor que entregou a arma.

A Morte do Travesti

No dia do crime, por volta das 23h35, Alisson chegou em sua casa e encontrou Gabriela fumando maconha com Adriana, ele não gostou, disse que ela estava aliciando sua mulher e a mandou embora. Nesse momento, Adriana se descontrolou e começou a jogar pedras na casa e carro de Alisson, Gabriela ligou para polícia relatando que estavam destruindo a sua casa. Enquanto isso, Alisson foi até o lava-jato em que trabalhava, pegou uma arma com um adolescente, voltou para casa e disparou três tiros contra a travesti. “Matei porque ele ameaçou que ia me matar também” relata o acusado.

No momento em que a polícia chegou Adriana já estava morta, o adolescente a pedido de Alisson se entregou levando até uma arma na delegacia, que segundo Alisson ele entregou a arma errada. Vizinhos viram a ação e disseram que tinha sido Alisson mesmo que havia atirado depois disso ele ficou foragido esse tempo todo.

(Fonte: Diariodigital)

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