
Com a greve dos 1,4 mil agentes penitenciários de Mato Grosso do Sul, apenas os serviços considerados essenciais como alimentação, saúde e segurança estão sendo mantidos dentro dos presídios. Os servidores agora temem o silêncio dos internos, que, segundo o presidente do Sinsap MS (Sindicato dos Agentes Penitenciários de Mato Grosso do Sul), André Santiago, é um comportamento considerado atípico. “Eles não estão demostrando comportamento agressivo, mas não estão conversando com os agentes”, afirmou. Segundo ele, alguns detentos tinham costume de falar os agentes, “mas não estão trocando uma palavra agora”, relata Santiago.
A greve começou oficialmente ontem, mas os agentes já haviam paralisado as atividades há mais de duas semanas por conta da falta de segurança nas unidades prisionais, principalmente no Estabelecimento de Segurança Máxima Jair Ferreira de Carvalho. No local, cinco agentes precisaram ser retirados às pressas depois de terem ingerido café com raticida, servido pelos presos.
(Fonte: O Estado Online)
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