
Paralisação de 24h da Polícia Civil tem adesão em todos os municípios do estado. De acordo com o diretor jurídico do Sindicato dos Policiais Civis de Mato Grosso do Sul, Max Dourado, durante o ato realizado na manhã de hoje, 05, em frente à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário – Depac do centro.
O movimento de hoje é um indicativo de greve, a categoria reivindica por melhores condições de trabalho e reconhecimento da profissão, que implica no reajuste no salário, “Todos os policiais civis tem curso superior, mas nosso salário é de ensino médio”, relata Max.
Os profissionais também cobram o que foi prometido pelo governador, Reinaldo Azambuja, de que o salário ficaria entre os cincos melhores do Brasil, hoje está na 12º colocação. No próximo sábado, 07, a categoria irá se reunir às 10h na sede do sindicato para promover uma assembleia que irá decidir se irá entrar em greve por tempo indeterminado na próxima quinta-feira, 12.
O movimento trouxe transtorno para a população e um exemplo disso é o caso da idosa, Irá Alves Silveira de 67 anos, que não conseguiu registrar boletim de ocorrência de um furto de celular. “Já é a segunda vez que tento registrar um boletim por roubo, a primeira não deu porque o sistema estava fora do ar e dessa vez porque estão em greve”. A categoria espera ser chamada para dar prosseguimento a negociações com o governo nos próximos dias. Durante a paralisação, apenas flagrantes e violência doméstica será atendidos, apenas 30% dos três mil policiais de Mato Grosso do Sul estarão atendendo. O movimento se encerra amanhã às 8h.
(Fonte: Diariodigital)
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