
Na tentativa de reduzir a dependência da saúde pública dos hospitais e clínicas particulares no tratamento de câncer, o governo do Estado está dando andamento a projeto de expansão do serviço de radioterapia, que não saiu do papel, mesmo tendo sido anunciado em 2012.
Tais terceirizações foram alvo da operação Sangue Frio, da Polícia Federal, em 2013.
Regulamentado há quatro anos, o Plano de Expansão da Radioterapia no Sistema Único de Saúde (SUS), previa entre outras melhorias, a implantação de cinco aceleradores lineares em hospitais de Mato Grosso do Sul. Para todo Brasil, conforme o governo federal, seriam 130. Cada aparelho era avaliado em R$ 3,6 milhões.
Na época, a Santa Casa de Campo Grande e a Santa Casa de Corumbá desistiram SUS.
*Correio do Estado
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