
Em uma semana, o número de mortes por H1N1 subiu de 42 para 52. De acordo com o boletim epidemiólogo da SES (Secretaria de Estado de Saúde), foram registradas em Mato Grosso do Sul 52 mortes por H1N1, uma morte por influenza A não subtipado e outra por influenza B, totalizando 54 mortos. Das mortes confirmadas no ano por H1N1 no Estado, 14 foram em Campo Grande, 7 em Naviraí, 3 em Dourados e Caarapó e 2 em Aquidauana, Bataguassu, Corumbá, Jardim, Três Lagoas e Rio Brilhante. Água Clara, Antônio João, Costa Rica, Coxim, Douradina, Glória de Dourados, Ivinhema, Juti, Lagura Carapã, Maracaju, Rio Verde, Santa Rita do Pardo e São Gabriel do Oeste registram 1 morte cada uma.
Em Campo Grande, entre os 16 mortos pela influenza, está uma criança de 11 meses. Um adolescente de 14 anos contraiu a influenza B. Já um homem de 43 anos teve a morte confirmada por influenza A não subtipado. Em Naviraí– a 361 km de Campo Grande –, onde foram registradas sete mortes, três vítimas eram mulheres e 4 homens. Em Dourados, a 228 km de Campo Grande, dois dos mortos foram homens com mais de 50 anos. A outra vítima era uma mulher de de 66 anos.
O jornalista Marcelo Humberto está entre as vítimas do vírus desta semana. Campo Grande continua sendo a cidade que mais confirma casos de influenza. Até ontem (15), 294 casos foram registrados e 87 confirmados por H1N1. Corumbá vem logo atrás com 63 casos notificados e 6 confirmados. Os municípios que ainda não haviam entrado no “ranking” são Antônio João e Rio Brilhante. Ambos registram uma morte cada um. Em Dourados, já foram confirmados 29 casos, em Naviraí 25 e Nova Andradina 10.
A Sesau (Secretaria Municipal de Saúde) de Campo Grande recebeu 5,5 mil doses da vacina H1N1 e fez a distribuição em dez unidades ontem (14). De acordo com o secretário de Saúde, Ivandro Fonseca, como a campanha nacional não atingiu os 80% dos grupos de crianças e gestantes, a segunda etapa será para grupo prioritário. No sábado, o governo estadual repassou 2,5 mil novas doses. “O objetivo é a prevenção. Nós tivemos número de mortes significativos com a gripe H1N1. Isso mostra a importância da prevenção”, disse o secretário após visitar um posto de saúde.
*O Estado Online
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