
Crise econômica, associada ao estresse, levaram Nilton José Pereira, de 60 anos, a fechar o restaurante que mantinha por 28 anos no cruzamento da Rua Salgado Filho com a Avenida das Bandeiras.
O comércio era tradicional por trabalhar com sistema de autosserviço e comida por quilo.
O empresário bateu o martelo depois de baixar o valor do “self service” de R$ 16,50 para R$ 13,90, no ano passado, aumentar em R$ 1,00 neste ano e sentir o baque da queda de movimento.
“Quase que estava empatando para trabalhar”, admitiu. Os cinco funcionários foram dispensados, e o imóvel, próprio, posto à venda.
A situação reflete o impacto sofrido pelo setor desde o ano passado, quando a crise econômica se tornou ainda mais aguda, levando custos com energia elétrica, água e aluguel às alturas.
De acordo com projeção do Sindicato dos Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso do Sul, houve queda de até 40% no movimento dos estabelecimentos neste ano em comparação com o ano passado.
*Correio do Estado
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