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Estado é o 7º no ranking de queimadas no país

19/07/2016 às 08h37
Por: Tribuna Popular
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tempo seco é um dos fatores para as queimadas se propagarem mais facilmente. Neste ano, até o último domingo (17), o satélite de referência do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) detectava em Mato Grosso do Sul 1.114 focos de queimadas. A maior parte deles foi registrada em Corumbá, com 340 pontos. Já na Capital foram 15 focos de queimadas identificados pelo satélite.

Conforme dados do Inpe, houve queda de 17,27% em relação ao mesmo período do ano passado, quando foram registrados 411 focos de queimadas em Corumbá. Em 2015, até 17 de julho, foram 1.060 focos pelo Estado.

Apesar dos números, o Inpe tabula com base nas últimas 48 horas, que Mato Grosso do Sul é o sétimo Estado com mais focos de queimadas no país. Já na comparação nacional dos municípios com mais pontos de queimadas, Corumbá está na lista em 5º lugar.

Mesmo com o número de focos em Corumbá, o Pantanal representa apenas 2,7% das queimadas do ano no país. A maior parte dos casos, 42.2%, acontece no cerrado. 40,3% das queimadas é na Amazônia, 9,8% na Mata Atlântica e 5% na Caatinga. Segundo um dos responsáveis regionais pelo PrevFogo, Márcio Ferreira, o projeto do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) tem atuado no apoio de atividades de pesquisa, controle e combate de incêndio florestal e atividades educacionais. “De 1º de janeiro até agora houve aumento de 5% nos focos do Estado se comparado ao mesmo período do ano passado. Mas no país o aumento é bem mais considerável com 48% de focos de queimadas a mais no Brasil”, explicou Márcio.

Cheia do Pantanal evita situação de alerta, explica representante

Conforme o servidor, os números no Estado ainda não representam uma situação de alerta porque o Pantanal ainda está em cheia. “Corumbá tem o maior número de queimadas do Estado, mas isso é devido até pelo tamanho do município. A preocupação do Ibama é com as emissões de gases e o efeito estufa. Em Mato Grosso do Sul o PrevFogo tem atuado com a brigada indígena em duas áreas, com 22 brigadistas, e em Corumbá, com 16 brigadistas”, contou Márcio.

O representante regional ainda explicou que a orientação à população nessas épocas com baixa umidade é evitar o uso de fogo. “De agosto até setembro é suspenso o uso de queima controlada, e em municípios pantaneiros a suspensão vai até outubro. Isso porque nesses meses costuma ventar bastante, além de outros fatores como a baixa umidade do ar, o que dificulta o controle dos incêndios”, relatou.

*O Estado

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