
Nomeados de “ajuda de custo” e “tarifa social”, os valores pagos por pacientes, tratados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) para realização de cirurgias bariátricas na Santa Casa de Campo Grande chegavam a R$ 10 mil por procedimento.
O montante foi informado por uma das vítimas (que pediu para não ser identificada) do esquema liderado pelo médico Jaime Yoshinori Oshiro, investigado pelo Ministério Público do Estado (MPE/MS).
Com fila entre 50 e 60 pacientes no hospital, a espera pela cirurgia pode durar em média dois anos. Essa demora é o principal chamariz de grupos formados por funcionários do hospital, servidores públicos da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau) e da Central de Regulação, médicos e até pessoas que coordenavam o esquema em municípios do interior de Mato Grosso do Sul.
*Correio do Estado
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