
Mesmo com o surto de covid que abala a primeira semana de 2022, Mato Grosso do Sul ainda não tem casos comprovados da nova variante ômicron, considerada mais transmisível que as demais e responsável pela maioria das novas infecções no país, atualmente. De acordo com a SES (Secretaria Estadual de Saúde), as amostras analisadas não acusaram casos da nova variante até a tarde da última quinta-feira (6).
A identificação das variantes em MS é feita por uma técnica de mapeamento genômico. No caso, o Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública de Mato Grosso do Sul) colhe as amostras dos pacientes e envia para laboratórios de referência, que ficam em outros estados, como os da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), no Amazonas e no Rio de Janeiro, além do Instituto Adolfo Lutz, em São Paulo.
Mas, nem todas as amostras precisam percorrer tantos quilômetros para serem analisadas. A secretaria ainda indica que parte das amostras são sequenciadas pela UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Diante do risco da ômicron se instalar em MS, no mês passado, o Secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, chegou a fazer um apelo para que os secretários municipais de saúde dos 79 municípios do Estado conclamem a população a reforçarem sua imunidade na vacina contra a Covid-19, a fim de que a variante Ômicron seja combatida com intensidade e não encontre “terreno fértil” para se propagar em Mato Grosso do Sul.
Também foram instaladas barreiras sanitárias no Aeroporto de Campo Grande e no Terminal Rodoviário, onde há grande fluxo de passageiros vindo de outras regiões. Nos locais, além de testagem, há vacinação gratuita dos frequentadores.
Mín. 18° Máx. 34°