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Cães com mais de 20 certificações reforçam atuação do Corpo de Bombeiros em Mato Grosso do Sul 

08/01/2022 às 08h57
Por: Tribuna Popular
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Os cães de busca, resgate e salvamento do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso do Sul são um grande reforço na atuação dos militares na busca por pessoas desaparecidas. A corporação conta com dois canis e quatro cães que juntos acumulam 22 certificações nacionais e internacionais de buscas em ambientes rurais e urbanos. 


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Em Campo Grande o canil do 6° Grupamento de Bombeiros, no Parque dos Poderes, conta com dois cães  de resgate, sendo a pastora holandesa, Laika que faz binômio com o Sargento Thiago Kalunga, e a pastora belga malinios, Mali parceira do Cabo Medeiros. O canil do 5° Subgrupamento Independente de Bombeiros no município de Coxim, conta com a labradora Cindy que faz binômio com Sargento Luciclei e Duke com Major Fábio. 


“Essa parceria com os cães, denominada binômio, que é a união entre o cão de resgate e o Bombeiro Militar, ela consegue fazer muita diferença numa atividade de busca, pois um cão na atividade de busca por uma pessoa perdida, consegue substituir de 20 a 30 bombeiros militares devido a sua capacidade olfativa que vai muito além que a do ser humano”, explica Major BM Fábio Pereira de Lima, chefe da assessoria de comunicação do CBMMS. 


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Os animais participam constantemente de ocorrências em todo Mato Grosso do Sul, seja de pessoas desaparecidas, ou mesmo auxiliando a Polícia Civil na localização de restos mortais. Um dos casos mais recentes foi de uma idosa de 72 anos que ficou cinco dias desaparecida em Dourados, e teve seu corpo encontrado com o auxílio dos cães de resgate. 


Os bombeiros condutores e os cães do CBMMS também estão aptos a prestar auxílio a outros Estados brasileiros, como ocorreu em 2019, com o envio de dois cães para auxiliar nas buscas da tragédia do rompimento da barragem em Brumadinho. “Foram enviados dois cães, tive o privilégio de participar dessa missão que nos dedicamos por cerca de 30 dias, e ajudamos a localizar os corpos de duas vítimas”, lembra Major Fábio que na ocasião cumpriu missão ao lado do cão Duke, e da cadela Cindy com seu binômio Sargento Luciclei da Silva Lima. 


Embora ainda estejam operativos, Cindy e Duke, precursores no serviço de resgate e salvamento no Estado, já se preparam para a aposentadoria, pois já estão com 9 anos de idade. Outros dois cães já estão em treinamento nos canis de Campo Grande e de Coxim. 


De acordo com Major Fábio, a vida útil de um cão no serviço é de 8 anos, sendo possível trabalhar mais, como é o caso de ambos, conforme avaliação de capacidade física e de saúde do animal. Ele reforça ainda que os animais não ficam presos nos canis, após os treinamentos e missões, ou até mesmo depois da aposentadoria eles acompanham o condutor na residência familiar. “Isso ajuda a aumentar o vínculo entre o bombeiro militar e o cão de resgate que convive diariamente tanto em casa quanto no quartel quando está em treinamento”. 


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Mireli Obando, Subcom


Foto:  Arquivos CBMMS


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