
“Fechar o grupo”. Essa foi a expressão utilizada pelo técnico Levir Culpi para tentar fazer o Atlético Mineiro reagir no Grupo E da Copa Libertadores. Após avançar em duas etapas preliminares do torneio, o time sofreu, na noite de terça-feira, 12, a segunda derrota em dois jogos da fase de grupos ao perder por 1 a 0 para o Nacional do Uruguai em Montevidéu, ficando em situação delicada na competição.
“O momento é ruim, mas pode ficar bom. Temos é que procurar fazer o melhor possível. Existe a oportunidade ainda e vamos tentar não deixar escapar. Ninguém tem a certeza. A certeza que temo é que vamos fazer o possível, todo mundo vai correr, representar a camisa. Isso é uma obrigação nossa. Precisamos é nos unir, fechar o grupo, chamar a torcida, fechar em cima e ir para o jogo, com pensamento mais positivo, mais força e, quem sabe, da próxima vez a bola entra”, afirmou Levir.
O novo revés provocou críticas ao time e também ao treinador, por opções táticas e pela escalação que vem sendo adotada na Libertadores. Desde o seu último jogo na fase preliminar da competição, o empate por 0 a 0 com o Defensor, o Atlético-MG vem atuando com três volantes de origem. E, jogando desse modo, completou o terceiro duelo seguido sem marcar gols na competição.
Para o zagueiro Réver, campeão da Libertadores pelo clube em 2013, faltou sorte para a equipe na partida disputada em Montevidéu. Para ele, o time tem que “acordar” para alcançar melhores resultados. “A equipe adversária teve uma oportunidade e fez o gol. Na verdade, está faltando também um pouco de sorte. A gente cria e não marca, enquanto o adversário cria uma chance e faz o gol. Nem tudo está perdido, mas precisamos acordar. Agora é pensar no próximo jogo, quando não podemos ter outro resultado a não ser a vitória”, disse.
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