
Finanças e contabilidade, quando integradas, atuam como base de inteligência para decisões comerciais, de investimento e de governança. O que isso entrega: informação consistente para avaliar rentabilidade, riscos e prioridades, como por meio de processos padronizados, tecnologia e indicadores gerenciais; por quê: para aumentar eficiência, reduzir riscos e sustentar o crescimento no contexto das empresas no Brasil.
Segundo o Finsol, a gestão financeira é fundamental para a continuidade e o desenvolvimento do empreendimento, o que demanda profissionais capazes de interpretar dados, e não apenas registrá-los. Essa orientação reforça que controles, políticas e análises tempestivas devem orientar a alocação de recursos, a disciplina de capital de giro e a transparência na prestação de contas.
"Quando finanças e contabilidade conversam na mesma linguagem, a empresa transforma dados em decisão com mais velocidade e menos risco", afirma Adriana Matos, COO da Person. "Essa integração permite responder rapidamente a mudanças de mercado e sustentar um ciclo de melhoria contínua", complementa.
Uma área financeira estratégica não se limita ao controle de pagamentos e recebimentos. Ela analisa o impacto de cada decisão sobre o capital de giro, projeta cenários e orienta a alocação de recursos. Na prática, isso envolve construir e acompanhar projeções de fluxo de caixa, DRE gerencial por centro de resultado, orçamento e revisões mensais, além de critérios para priorizar investimentos com base em retorno e risco. A contabilidade, estruturada com processos e tecnologia, fornece registros e análises que permitem identificar tendências, riscos e oportunidades, garantindo rastreabilidade e integridade das informações.
"O papel de finanças é conectar número a contexto; o de contabilidade é garantir qualidade e rastreabilidade da informação", diz Adriana Matos. "Quando esses papéis se encontram, a liderança confia mais nos indicadores e acelera decisões críticas", reforça.
A integração entre as duas funções permite gerar informações consistentes que servem de base para decisões comerciais, de investimento e de posicionamento no mercado. Com relatórios precisos e padronizados, a gestão consegue avaliar rentabilidade por produto, cliente ou canal, identificar gargalos operacionais, revisar preços e ajustar rapidamente a rota para alcançar metas. Painéis com indicadores de capital de giro, como prazo médio de recebimento, pagamento e estocagem, ajudam a antecipar pressões de caixa e a planejar necessidades de financiamento.
O reposicionamento dessas áreas fortalece práticas de governança ao ampliar a qualidade, a transparência e a rastreabilidade das informações. Políticas documentadas, segregação de funções e reconciliações periódicas favorecem a relação com investidores, instituições financeiras e parceiros e reduzem riscos regulatórios e operacionais. A combinação de fechamento contábil ágil com ritos de análise gerencial aumenta a previsibilidade e melhora o diálogo com as áreas de negócio.
"Governança começa com dado íntegro e processo claro", destaca Adriana. "Uma reunião de performance com números confiáveis evita retrabalho e direciona energia para execução".
Equipes que tratam finanças e contabilidade de forma estratégica tendem a alinhar objetivos de curto, médio e longo prazo. Isso inclui calibrar metas financeiras e operacionais, definir limites de despesas, estabelecer políticas de preço e descontos e monitorar o ciclo de vendas com métricas compartilhadas. Em ambientes de maior incerteza, práticas como rolling forecast, análise de cenários e testes de estresse ajudam a antecipar riscos e a preservar a liquidez.
A tecnologia é um ponto de convergência dessa integração. ERPs, sistemas de gestão financeira, conciliação automática e data warehouses reduzem erros operacionais e liberam tempo para análises. A padronização de dados mestre, o uso de planos de contas gerenciais e a conciliação entre relatórios contábeis e gerenciais garantem consistência nas leituras. Com esse alicerce, torna-se viável avançar para análises de margem por mix, produtividade e sensibilidade a custos.
Indicadores compartilhados reduzem ruído entre áreas e aumentam a responsabilização. Finanças e contabilidade, juntas, estruturam rotinas como o comitê de resultados, o comitê de investimentos e o fechamento rápido com material de apoio à diretoria. "Indicadores claros e revisões regulares mantêm a empresa orientada a fatos, não a percepções", pondera Adriana.
Ao superar a abordagem estritamente operacional, a empresa amplia a capacidade de planejamento e resposta e o potencial de crescimento sustentável. Com finanças e contabilidade atuando de maneira integrada e orientada por evidências, decisões tornam-se mais ágeis, coerentes e auditáveis, gerando confiança dentro e fora da organização.
Sobre a Person Consultoria
Criada em 1999, a Person Consultoria é uma contabilidade digital e consultiva, que oferece soluções personalizadas aos seus clientes. A empresa utiliza amplamente a tecnologia para automatizar e aprimorar seus processos contábeis. Além disso, possui certificações como: PQEC, PQEC Gestão Intensivo, ISO 9001 e CSI, que validam sua adesão a padrões de gestão de qualidade e segurança da informação.
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