
O grupo tinha uma pontinha de esperança de que o acordo entre Valdemar da Costa Neto e Jair Bolsonaro com ex-integrantes do PSDB melasse, mas esse desejo estava cada vez mais distante.
Nesta semana, a briga entre integrantes do PL de Santa Catarina com Valdemar da Costa Neto animou os bolsonaristas do Estado. Isso porque Valdemar tenta impor a candidata de Esperidião Amin (PP) para cumprir o combinado com o PP em outros estado. O PL local não quer apoiar Amin e defende Carol de Toni (PL). Valdemar chegou a conversar com ela para convencer da desistência, mas a alternativa não foi aceita.
O PP do Estado estaria neste pacote de alianças. Aqui, o acordo é apoiar Eduardo Riedel, em troca de eleger pelo menos um senador do PL. Todavia, o grupo do PL mais ligado a Jair Bolsonaro pede candidatura própria e não aceita Eduardo Riedel.
A possibilidade deste acordo do PL com PP não vingar ainda é remota, mas já anima o grupo, que ainda ficou mais feliz com declarações de Flávio Bolsonaro e do presidente do PP, Ciro Nogueira.
Flávio Bolsonaro defendeu candidaturas do PL ao Governo do Estado e Senado em todos os estados. Para complementar, Ciro Nogueira disse que o apoio a Flávio dependerá do comportamento dele na campanha. Ele colocou como condição o fim do discurso radical, de defesa apenas da eleição de Bolsonaristas.
Um possível racha é esperança de Marcos Pollon e João Henrique Catan, que anunciaram candidatura ao Governo do Estado. Eles pretendem aguardar até o fim da janela, na expectativa de um recuo. Caso isso não aconteça, podem trocar de sigla.
Nesta semana, Reinaldo se encontrou com a cúpula do PL e afirmou que o acordo está de pé. Já o grupo mais bolsonarista afirma que Reinaldo ameaçou deixar o PL se o partido não controlar os rebeldes, o que significa que não há tanta certeza assim.
Também nesta semana, o Partido Novo convidou João Henrique Catan para se filiar e concorrer ao Governo Estado. Ele também tinha convite do PRD.
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