
“Eu sugeri o nome da senadora Teresa Cristina para o Flávio Bolsonaro porque, primeiro, é mulher, e, segundo, foi uma ótima ministra. Também é uma excelente parlamentar”, declarou a senadora à Revista Veja.
Segundo Damares, o senador, pré-candidato à presidência, não deu resposta ao pedido. “O Flávio não me deu nenhuma resposta. Ele apenas ficou me olhando”, afirmou.
Tereza Cristina foi cotada como vice do pai de Flávio, Jair Bolsonaro, em 2022, mas foi trocada por Braga Neto.
A senadora de Mato Grosso do Sul também era aposta para uma chapa com Tarcísio de Freitas, que agora está fora da disputa presidencial. Antes disso, foi citada como possível candidata à presidência pelo presidente nacional do PP, Ciro Nogueira.
Tereza não tem falado sobre eleição, de uma maneira geral. Ela tem uma missão espinhosa em Mato Grosso do Sul, onde terá que definir candidatos ao Senado. O partido dela tem dois interessados, mas o PL, liderado por Reinaldo Azambuja no Estado, quer ficar com as duas vagas.
Enquanto foge de assuntos políticos, Tereza assume, nesta segunda-feira, a presidência do Conselho Superior do Agronegócio da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Ela foi convidada a assumir o cargo pelo presidente da Fiesp, Paulo Skaf.
A liderança que exerce no agronegócio é um dos principais motivos para que ela seja sempre lembrada como vice. Também pesa o fato de ser mulher, do PP, partido que Flávio já declarou interesse de ter como vice, e de um discurso mais moderado. Pesa contra o fato de a senadora ser de Mato Grosso do Sul, que tem apenas 1% do eleitorado do País.
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